12/01/2021 - 09:30

Por: Airton Reis

PARNASO PANTANAL!



Descer a Serra.

Irrigar o Sertão.

Formar o Corixo. Prosseguir em vazão.

 

Meandros abandonados.

Lagoas e baías. Cardumes dourados.

Nuvens em plumas. Garças e colhereiros.

 

Canteiros floridos da Criação. Tempo. Legislação.

Piúvas em múltiplas coloração. Espaço. Habitação.

Buritis. Palmeiras. Nidificação. A Natureza. A Beleza.

 

Eu avistei. Eu ouço. Eu cacerense canto. Cidade natal.

Eu naveguei. Eu poetizo. Eu cantarei. Expressão cultural.

Partituras. Notas musicais. Chalanas. Canoas. O elo tribal.

 

Beleza mais do que fluvial. Auroras. Zênite. Poentes.

Manoel de Barros. Natalino Ferreira Mendes. Versos. Lentes.

Berrante ecoada melodia. Boiada comitiva travessia. Harmonia.

 

Terra. Água. Ar. Fogo em anual degradação ambiental.

Onça-pintada acuada. Ribeirinho sem morada. Combustão vegetal.

Fuga da fauna. O bugio exterminado. O quati faminto. O jacaré ilhado.

 

Fênix que ressurge aquém de um Brasão Estadual.

Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Estados. Interligação fluvial.

Rio Paraguai, Rio Cuiabá... Planaltos na mesma Planície Pantanal!

(Acadêmico Airton Reis Reis. Em Cuiabá-MT, 11 de Janeiro de 2021).

 

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