21/09/2020 - 09:00

Por: Antonio Costa / Zakinews

Alberto Zattar (pai), Ênio Zattar (filho) – duas bandeiras do esporte cacerense


 

Antonio Costa, EXCLUSIVO ao Zakinews


   A homenagem da semana que o Zakinews apresenta, vem, nesta oportunidade, reverendar a figura exponencial do saudoso desportista e dirigente Alberto Zattar, e ao final das páginas, do seu filho Ênio Zattar, ex-futebolista que quando militava quer no futebol de campo ou no salão, sempre fazia a alegria da galera.

   Até hoje ainda é lembrado carinhosamente por antigos torcedores que tiveram a felicidade de vê-lo em ação marcando gols nas partidas da vida.

 

ALBERTO ZATTAR

Nascido em Cáceres-MT
Data de nascimento: 17 de julho de 1921
Pai: Miguel Ibrahim Zattar
Mãe: Etudiges Borges Zattar
Esposa: Generosa Silva Zattar.
Filhos: Ení, Neuza, Luiz Alberto (Rico) e Ênio
Faleceu em 24 de abril de 2004

 

A família Alberto e Generosa Zattar e seus filhos: Rico, Eni, Neuza e Ênio


  
Alberto Zattar trabalhou de vendedor e representante comercial do empresário Jorge Gattas. Atuava na venda de gêneros alimentícios abastecendo as pequenas comunidades rurais, do outro lado da Ponte Marechal Rondon, as chamadas glebas que começavam a surgir graças ao pioneirismo de capixabas, mineiros, paulistas e goianos.

   Posteriormente o homenageado tornou-se taxista com Ponto na Praça Duque de Caxias, bem próximo do local de sua residência. Na profissão permaneceu até se aposentar.

   O gosto e a dedicação pelo esporte, fazia com que aos finais de semana ele, Alberto, religiosamente estava apto a se dedicar ao time de futebol por ele fundado, através de acirradas partidas que aconteciam no saudoso Estádio Alfredo Dulce, onde hoje se localiza o JUBA Supermercados, na Rua Marechal Deodoro.

EC Cacerense o glorioso alvinegro pantaneiro

   Primeiramente o “Hora H”, no início de 1946, foi o nome escolhido para ser do time formado por um grupo de desportistas, mas, no mesmo ano, em 1º de outubro, o time passou a chamar-se Esporte Clube Cacerense (ECC), conforme registro feito no jornal A Razão.

   Na primeira diretoria formada do ECC, Alberto Zattar foi o Tesoureiro. As demais composições ficaram assim, Presidente: Argemiro Ramos Neves; Vice-Presidente: Antonio Mamede Sobrinho; Diretor Esportivo: Alcindo José dos Santos; e Secretário: Pedro Ribeiro de Souza.

Recorte das páginas do Jornal A RAZÃO, publicado em outubro de 1946 - Acervo: Arquivo Público Municipal


  
O time marcou época no futebol amador de Cáceres. Um esquadrão que defendia a cidade em partidas com equipes de Cuiabá, assim como, principalmente Poconé. Constantemente o Cacerense estava na Cidade Rosa cumprindo amistosos emocionantes.

   O filho caçula Ênio Zattar lembra que sempre estava acompanhando o saudoso pai nos jogos que para ele era um divertido e animado passeio. Recorda que os atletas viajavam em cima de caminhão dirigido pelo conhecido Luiz Cabecinha.

   O compromisso era geralmente no domingo à tarde. Mas a delegação de Cáceres chegava na cidade visitada por volta da meia-noite de sábado. Era recepcionada com jantar, algumas vezes tinha baile e cinema.

   Ênio ainda tem vivo na memória numa noite em que foi ao cinema, acabou dormindo, e ficando só na sala de projeção. Foi um deus nos acuda ora em que seu pai deu falta dele... Tiveram que procurar o dono do cinema, felizmente, o encontraram dançando baile...Finalmente a criança foi resgatada, sã e salva.

Alberto atuou no esporte por três décadas

   Praticante do futebol amador, basquete e natação, foi mesmo na condição de dirigente do futebol amador que o homenageado militou por trinta anos. Ele participou da criação da entidade que dirigiu o futebol local, a Liga Esportiva Cacerense em 31 de março de 1947. Antes, 1940 a 1944 foi atleta do 2º. Batalhão de Fronteira, pelo reconhecimento foi condecorado com a Medalha do Mérito Militar.

 

Em 28 de fevereiro de 1970, a solenidade que marcou o ato em que o prefeito José Monteiro repassou a área de 140 metros de frente, por 250 metros de fundo. Entre os presentes estavam: Sargento Sander, vereador Dr. Hênio Maldonado e Alberto Zattar

 

   Alberto Zattar em 19 de maio de 1985 – aos 64 anos – ganhou merecida medalha do Futebol Amador de Cáceres, outorga concedida pelo saudoso Presidente Antonio Dias do Espírito Santo (Totó Caramujo), “pelos relevantes serviços prestados ao futebol amador de Cáceres”. Ele compareceu no Estádio Geraldão para receber a homenagem, oportunidade que pôde rever outros antigos desportistas, caso do também falecido, Renato Widal Garcia.

   Zattar foi matéria de uma página inteira no jornal Correio Cacerense, de 23 de maio de 1985, intitulada Alberto Zattar – uma bandeira do esporte cacerense, isso há 35 anos atrás. O referido material foi elaborado por este mesmo jornalista que na oportunidade assinava Toninho Costa.

 

Os fiéis colaboradores

   Na matéria veiculada Alberto agradecia aos parceiros colaboradores e patrocinadores que sempre estiveram ao seu lado na promoção do futebol amador cacerense. Ele cita o médico Geraldo Corrêa da Costa que medicava os atletas de forma gratuita. Por outro lado, as ajudas financeiras eram sempre bem-vindas de parte dos amigos Jorge Gattass, Foad Gattass, Aurélio Olegário de Campos, Mário Vieira de Castro, Alfredo Dulce e Argemiro Ramos Neves.

   Zattar revelou à reportagem, naquela oportunidade, o “Time de Ouro do Cacerense” que era formado por: Quirino, Miguel Ourives, Moacir Teodoro, Pedro Ourives, Luiz Antonio, Moisés, Airton (Pelé), Ciro, Heraldo, Aloísio Barros, Castro, Aristides e Eduardo.

Estádio Alfredo Dulce era o centro esportivo das décadas de 40, 50, 60 e 70. O Esporte Clube Cacerense era um dos grandes
times da cidade e viajava para amistosos em Cuiabá e Poconé


  
O dirigente em pauta sempre estava atento aos atletas que poderiam vestir a camisa do alvinegro pantaneiro, o Cacerense. Ia busca-los em lugares distantes para reforçar a equipe nos torneios e campeonatos que o time estava inscrito. Assim que Alberto Zattar constantemente mandava um “teco-teco” buscar jogadores que trabalhavam no destacamento militar de Casalvasco, Bela Vista do Norte, e até na distante Barra do Garças.

   Por mais de uma vez, por exemplo, Aloísio Coelho de Barros deixou a Reserva do Cabaçal onde morava para vir reforçar o Cacerense num compromisso decisivo do Campeonato local ou num amistoso com as fortes equipes de Cuiabá.

   Alberto Zattar promovia e verdadeiramente fazia o futebol amador de Cáceres estar em constante ebulição. Por isso tudo que em vida ganhou merecidamente uma simples mais significativa homenagem de reconhecimento da Liga Esportiva Cacerense-LEC. Naquele domingo à tarde do ano de 1985 lá estava ele em companhia do sempre inseparável amigo, o advogado Hênio Maldonado, que na oportunidade discursou em homenagem ao ímpar amigo desportista:

“Alberto Zattar, como desportista, é uma bandeira em nosso município. Via de regra os homens falam com palavras. Alberto Zattar fala com exemplo...de fé, de abnegação, coragem e bravura. Seu exemplo deve ser cultuado, pois somente assim se fará jus aos méritos que possui”.

Em 2009, Sandro Miguel de Paula organizou uma solenidade para homenagear os grandes desportistas cacerenses, entre eles Alberto Zattar, que na oportunidade estava representado pelo seu filho Ênio Zattar (ao centro, de camiseta branca). Em primeiro plano, o professor Natalino Ferreira Mendes entrega o Diploma para Ciro Dias.



“Mini Estádio Alberto Zattar”, homenagem perpetuada

   Coube ao então vereador Wilson Massahiro Kishi, a articulação necessária entre os seus pares da Câmara Municipal de Cáceres, no sentido de dar o nome do desportista em tela, ao miniestádio localizado ao lado da prefeitura. Assim, a Lei nº 1730, de 02 de maio de 2001, denominou de Mini-Estádio Alberto Zattar.

   A unidade esportiva foi construído com recursos próprios da municipalidade foi inaugurado em 28 de outubro de 2002 na gestão do ex-prefeito Túlio Fontes.

   Com essa sua atitude, Wilson Kishi perpetuou na história futebolística de Cáceres o nome que a história aponta como verdadeiro promotor do desporto regional numa época passada de grandes dificuldades. Alberto Zattar conseguia mesmo assim, dar a necessária vida ao esporte cacerense com muita coragem, abnegação e amor.

Mini-estádio Alberto Zattar, localizado ao lado da prefeitura de Cáceres

 

 

Conheça a trajetória do artilheiro Ênio Zattar (filho)

 

ÊNIO ZATTAR

Nascido em Cáceres-MT
Data de nascimento: 25 de abril de 1957
Pai: Alberto Zattar
Mãe: Generosa Silva Zattar
Profissão: Geógrafo e Bancário aposentado
Esposa: Lucimary Sodré (de Ladário-MS)
Filhos: Mellina (enteada); Alline e Kauê

 

Ênio Zattar, filho caçulo do desportista Alberto Zattar, foi um dos personagem do futebol cacerense a se destacar fora de Cáceres


  
O caçula de Alberto Zattar começou jogar futebol brincando descalço no campo da União Social de Assistência (USA), isso quando tinha 10 anos de idade.

   Posteriormente ingressou na equipe infantil comandada pelo desportista José Mossueto da Cruz, e, já chamava atenção pela agilidade e desenvoltura na corrida e nos dribles que distribuía entre os adversários de sua idade. Logo então passou a chamar atenção, para orgulho do pai desportista.

   Do infantil foi vestir a camisa do Corinthinha sob o comando de Sidnei Garcia Maia. Ali conviveu com outros atletas de talento caso do goleiro Jony, Roberto Fidélis, Ozorinho, Capim, Colméia, etc.


 
  Posteriormente vestiu a camisa do UBSSC, equipe dos militares do exército. Ele lembra de uma decisão do campeonato amador no campo do quartel, quando a sua equipe dominava por completo o Comercial do saudoso Makoto Hayashida, vencendo na etapa inicial por 3 a 0. Na volta do intervalo numa jogada em que ia desvencilhando dos adversários nos dribles em velocidade, foi parado por uma jogada violenta do lateral Dito Porcaria. O “tempo fechou” e a decisão foi encerrada.

   Ainda na sua trajetória no futebol amador de Cáceres, Ênio Zattar recorda dos ensinamentos que recebia do Sargento Edson, que dirigia o Cacerense, além de uma marcante passagem com a camisa da Seleção Cacerense quando foi finalista da Copa Arizona, uma competição de futebol amador que movimentava praticamente times de todo o estado.

   A seleção local comandada pelo sargento Edson reunia a nata dos talentos futebolistas de Cáceres. O ex-goleador do passado volta no tempo e revela em detalhes... Com gol seu Cáceres bateu Rosário Oeste na casa do adversário pela contagem mínima. No Geraldão o selecionado cacerense virou para cima de Poconé por 2 a 1, gols do artilheiro. Na sequencia veio o dificílimo jogo contra Poxoréu... no Estádio Verdão em Cuiabá. No tempo regulamentar o artilheiro Ênio Zattar novamente deixa a sua marca. E a vaga à final foi disputada e vencida pelos cacerenses na cobrança de penalidades máximas.

Vice com um verdadeiro timaço

   Se o selecionado de Cáceres era bom, o de Cuiabá era melhor ainda. Constituído por ex-atletas profissionais dos grandes da capital, Cuiabá goleou por 4 a 0 no Dutrinha e levantou a taça. Ficou a recordação e os gols que Ênio garantiu com a ajuda dos seus companheiros para deixar numa posição de destaque o futebol amador de sua cidade, como vice-campeão daquela Copa Arizona.

   O ex-artilheiro vai enumerando seus companheiros daquela histórica seleção que deixou saudade; Jony, Odair Egues, Souza, Paxá, Tula, Brito, Pino, Três Nariz, João de Deus, Canhento, Galeno...

   No futebol de salão no Ginásio do CEOM, as recordações afloram quando Zattar recorda do quinteto imbatível da Escola CEOM. Casa cheia e os gols iam surgindo naturalmente. No primeiro campeonato promovido pela Divisão de Esportes da Prefeitura, as rodadas ocorriam às quartas-feiras e aos sábados. Sempre com um grande público presente.

   Em 1975, Ênio Zattar ficou com a vice artilharia, marcou 18 gols. O artilheiro principal foi Jorcy (dos gols espíritas), “cachorro louco”, irmão do finado goleiro Duca. Campeão pelo EC Humaitá. Era realmente um jogador espetacular. Época que o salonismo contava com atletas do quilate técnico de Nélio, seu irmão João Batista, Maranhão, Bofó. Mico, Galeno, Jorge Vila, Gilberto Mineiro, Jorginho Japonês, Canhento, etc.

Vice estadual quando MT era um só...

   Em sua trajetória inesquecível o homenageado da semana vai contabilizando emoções e orgulho. A exemplo da sua participação na Seleção de Cáceres que no ano de 1975 disputou em Aquidauana o Torneio Estadual de Seleções de Futsal, isso quando o estado ainda não era dividido.

   Jogos decisivos dia sim dia não. Cáceres no comando dos dirigentes Alíbia e Edward Amaral, a cada rodada ia surpreendendo aqueles que até então desconheciam a capacidade técnica dos atletas deste lado do Pantanal...

Uma das grandes equipes de futsal formada em Cáceres. Ênio Zattar entre os grandes craques do salonismo de Mato Grosso

   Os jogadores para chegarem em Aquidauana viajaram em carroceria de caminhonetes acomodados em colchões...

   Uniforme novo (alviverde) sendo que os números nas camisas foram fixados pela costureira da Rua Tiradentes, Maria Ferreira, verdadeira tesoura de ouro de todos os tempos. Segundo ela deu sorte aos atletas do conhecido Alíbia (caixeiro viajante), comercializava roupas em uma mala na garupa da bicicleta...Mas era único, sua maneira como fomentava o esporte, o seu Oriente EC...

   Cáceres chegou à grande final. Perdeu o título para a melhor equipe do torneio, o Oshiro de Campo Grande. Curiosamente, equipe de muito talento constituída unicamente por nisseis.

   Abro um parêntese: os jogos este repórter ouvia através da rádio de Aquidauana. Conseguia captar a emissora através de um aparelho GE que o meu irmão militar do EB, o Cabo Costa havia adquirido no armazém A.R. Num tempo em que Cáceres não dispunha de telefone ainda, pela manhã alguns torcedores iam em minha casa para saber o resultado do jogo da noite anterior. Eu os informava...

   Uma outra curiosidade com relação ao selecionado cacerense, durante a competição, animado com os resultados positivos obtidos, o dirigente Alíbia reforçou a equipe, levou de avião o atleta Gilberto Haueisen, o Mineiro, que por motivo de trabalho havia permanecido em Cáceres.

Disputou o Campeonato Paulista.

   O craque e artilheiro Ênio Zattar, também contabiliza em sua brilhante carreira, uma rápida passagem pelas equipes do América de São José do Rio Preto, e o São Bento de Sorocaba. Ele tentou a sorte na carreira profissional levado que foi pelo ex-treinador Orival Rodrigues de Souza, sargento do EB, que em tempos idos treinou o América.

   Em companhia do zagueiro Ademir Duarte os dois jovens foram tentar a sorte na carreira profissional bem longe de casa. Ademir ficou... Fez carreira no América onde tornou-se ídolo e conhecido no cenário como Ademir Cáceres.


   Enquanto isso, o goleador Ênio permaneceu aproximadamente seis meses como atleta profissional vestindo as camisas do América e do São Bento. “Acredito que só dependia de eu ter ficado para fazer sucesso”. Segundo ele a adaptação dificultou um pouco. Mas garante que foi graças a essa rápida passagem pelo interior de SP que possibilitou que ele conhecesse os estádios Palestra Itália, Morumbi, Pacaembu, Rua Javari, Brinco de Ouro, Moisés Lucarelli, Canindé, Vila Belmiro. Onde atuou e conheceu Careca revelado pelo Guarani de Campinas e que posteriormente vestiu a camisa da Seleção Brasileira; Marcos Birigui, Flamarion, Mirandinha, Luiz Antonio goleiro que foi jogar no Cruzeiro, etc.

   Lembra do jogo que fez contra o Palmeiras do lateral esquerdo Pedrinho no Estádio do Pacaembu. O treinador disse que ele como ponta tinha que acompanhar o lateral...”Pedrinho jogava muito; no primeiro tempo ele fez dois gols; fomos goleados por 4 a 1”. Nesse jogo ele foi surpreendido nos vestiários pelo finado Joãozinho filho do conhecido João Fuxico, que estava no estádio e aproveitou para rever o conterrâneo e lhe dar um abraço em Sampa.

Saudade dos jogos pela AABB

   Durante os anos em que morou em Cuiabá, o goleador Zattar sempre esteve participando ativamente dos torneios Society promovido pela AABB onde tornou-se associado. Morando atualmente em João Pessoa-PB, ele acha falta das peladas e dos constantes encontros e das confraternizações que o esporte costuma congregar.

   Recorda do último regional disputado em Sorriso, campeão e artilheiro no ano de 2012; antes em 2007 artilheiro com 18 gols e vice campeão interbancário da AABB; vestia a camisa do Chile; em 2008 campeão pelo Cabana, na artilharia contabilizou 14 gols. Nos jogos regionais da AABB em Brasília sagrou-se vice campeão. Ele também atuou várias vezes no futsal com a camisa do Banespa.

   Hoje fica a saudade...Saudade essa que ele pôde demonstrar nas visitas aos amigos desportistas em Cáceres. Esteve com o amigo Orival Rodrigues de Souza, quem o levou para uma inesquecível experiência no América; visitou o professor Geovanil dos Santos Sacramento, acometido por um AVC, e que aos 73 anos luta pela recuperação.

Ênio Zattar, cacerense, amigo, desportista, goleador... Um nome que quando estava no ginásio ou no campo de futebol, sempre fazia a alegria da galera com suas mirabolantes jogadas. Bola na rede era com ele! EEEEEEEEE........queeeeee........ Goooooooooolllllllllll

Ênio Zattar realizando uma visita ao amigo e professor Geovanil dos Santos Sacramento
 
Tingo e Ênio visitando o ex-técnico Orival, o professor que encaminhou os jovens atletas Ênio e Ademir para o time do América de SP

 

 

Comentários: ( 14 ) cadastrados.
Por: ERCINHO DE ALMEIDA LARA
CUIABA
MEU AMIGO ENIO. TIVE O PRIVILEGIO DE JOGAR AO LADO DESSE GRANDE PAI DE FAMILIA E AMIGO ENIO.
06/10/2020 10:47:53

Por: Nevilton Moreno Gomes
Cuiabá
Parabéns Toninho Costa e Wilson Kishi!
Família Zattar fazem parte da história da nossa querida Princesinha! Todos tem parcelas de contribuição que merecem essa homenagem! Professora Neuza, Luiz Alberto, Eni , Ênio e seus pais Sr Alberto e Sra Generosa!
23/09/2020 13:38:02

Por: João Celso de Macedo
Cáceres
Uma lembrança inesquecil uns já partiu para oriente eterno e outros cão cabeça branca
22/09/2020 19:33:04

Por: erica costa
caceres
bonita homenagem, nosso povo merece!
22/09/2020 08:37:55

Por: Enio Silva Zattar
Cáceres
Meus agradecimentos aos profissionais de imprensa e amigos Kishi e Toninho.
Realmente estou muito feliz pela reportagem, é como voltar no tempo e lembrar de todas essas histórias como se fosse hoje. Nós ex atletas vivemos de muito saudosismo, foram muitos momentos bons, o esporte faz vc ser conhecido, ter muitas amizades e também ser lembrado em vários momentos da sua carreira. Em Cáceres foi o início das atividades esportivas, depois São Paulo, Cuiabá e no final em Lucas do Rio Verde sempre com a mesma simplicidade. Minha gratidão a todos a Deus, a família e aos amigos.
21/09/2020 19:21:32

Por: Ana Rubia Cardoso
Rondonópolis
Parabéns pela bela contribuição ao Esporte Cacerense! 👍👏👏👏👏
21/09/2020 18:33:05

Por: Aroldo Fanaia
Cuiabá
Alberto Zattar e toda a família foram muito importantes para o futebol em Cáceres. O cacerense era um time imponente e organizado, parecia um time profissional. Ênio, craque de bola, tive o privilégio de bater bola com ele. Era tão bom, que todos faziam questão de jogar no seu time. Parabéns, Toninho e Kishi por mais um resgate de nossa história
21/09/2020 12:57:24

Por: Carlos Serapião
Cuiabá
Alberto Zattar Grande desportista em Cáceres Ênio Zattar colegas de classe no CEOM e jogamos no time do José Mansueto no campo da USA fomos colegas de juvenil nos anos 70 abçs
21/09/2020 11:26:00

Por: eder matos de moura
cuiaba
bela homenagem feita aos dois, pai e filho que contribuiram pelo esporte em Cáceres e tbm em Mato Grosso. tive o prazer e alegria de jogar com Ênio, mto bom jogador mesmo, saudades de voce amigo, saúde e vida longa....deixo um forte abraço.
21/09/2020 11:14:25

Por: Joel Paes de arruda
Várzea Grande
Meu grande amigo Enio Zattar fico muito feliz de ver vc resgatar é reviver os passos do seu pai na área esportiva .
Enio tive a honra de jogar ao seu lado um atleta completo dentro das 4 linhas
Muito habilidoso
21/09/2020 10:02:59

Por: Paulo Cesar Homem de Melo
Cuiabá
Que belo exemplo vocês trazem para as famílias esportistas de hoje, Alberto Zattar e Enio, Pai e Filho amantes do futebol. Fui criado assim por um pai amante do futebol, tentei passar esse amor para filho e netos e acho que com êxito. Morando em Cáceres, antes desse vendaval de futebol na TV, vivíamos de ir aos campos assistir grandes partidas no Alfredo Dulce. Eu muito pequeno assisti uma partida do rubronegro Mato Grosso, com os grandes e esquecidos Ilídio, Milton, Silvio Jacaré e principalmente para mim ,o grande zagueiro Luizinho de Valeza, sobrinho de Leonídia de Morais. Meu pai estava sentado na arquibancada com Alberto Zattar e anos depois comentamos isso. Noutra ocasião em 17 .06.1969 , também com Alberto, escutamos a final do Carioca 69 e assistimos o esportista Alíbia discutindo futebol nesse mesmo estádio com o frequentador de arquibancada Senhor Bispo Dom Máximo, para Alibia ," Si Bispi" (sic) ! "Dependente" de futebol e não havendo isso na TV em Cáceres nos anos 70 , lembro-me dum torneio de futebol de salão à noite que durou meses, na quadra do Humaitá lotada, onde o Enio Zattar fez chover. Com a facilidade de empresários que existe hoje, que leva um Rafael Toloi, de Gloria do Oeste ao Inter de Milão, Everton ao Flamengo e depois São Paulo e Gremio, onde estaria hoje o Enio Zattar !!! Um grande abraço à Família Zattar em especial ao Enio. Cáceres continua devendo à vocês ,Kishi e Toninho, por estarem registrando fatos que se não escritos seriam esquecidos por todos que não viram isso. Parabéns !!!
21/09/2020 10:00:30

Por: Mariano Leal de Paula
Cuiabá-MT
Legado Zattar com rica história de uma família muito querida. Tenho o privilégio da amizade do querido Ênio, carinhosamente meu bom Veinho!
21/09/2020 09:45:29

Por: Domingos Sávio Lacerda Cintra
Cuiabá - MT
Bela e justa homenagem ao Sr. Alberto e seu filho Ênio, o pai um abnegado ao esporte Cacerense que era apaixonado pelo futebol, tive o prazer de conhecê-lo e conversar algumas vezes sobre futebol, foi um grande incentivador da minha carreira futebolística, grande amigo da minha família e um homem que muito fez pelo esporte Cacerense. Seu filho Ênio um craque que jogava muito fácil, dibles desconcertantes e uma visão de jogo diferenciada, não tive a oportunidade e nem o privilégio de jogar junto com ele, somente assisti alguns jogos dele na AABB (Cuiabá), onde era considerado ídolo e muito disputado sua presença nos times, parabéns a Zakinews que marca um golaço com essa reportagem homenageando duas personalidades importantes no futebol cacerense.
21/09/2020 08:33:26

Por: NeuzaZattar
Cáceres
Obrigada Toninho, obrigada Kishi, por retomar os caminhos esportivos do meu saudoso pai e do meu querido irmão Enio. A matéria me emocionou muito. Continue assim Toninho, fazendo matérias q resgatam histórias para celebrizar as pessoas q contribuíram para o esporte cacerense.
21/09/2020 08:25:40

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