03/09/2020 - 11:22

Por: Airton Reis

DIA MUNDIAL DA AMAZÔNIA: LAMENTO EM LETRAS!




 

Desflorestamento e
Insustentabilidade. O Meio
Ambiente pela metade da metade.

Mata fechada em flagrante clareira.
Um bioma consumido além de uma fronteira.
Nativos habitantes ilhados pelo verbo degradar.
Dados alarmantes contestados em omisso governar.
Ilhas dos garimpos munidos para extinguir e exterminar.
Afluentes barrados nos percursos desviados para inundar.
Legislações infringidas num alvorecer em nada espetacular.

Dever de conservar. Obrigação de defender. Direito e Poder.
A soberania camuflada. A vida natural ignorada. Conto de fada.

Amazonas uma lenda inventada. Amazonas, Estado da Pátria Amada.
Mulheres sim senhora, e, sim senhor. As guerreiras sem qualquer temor.
As páginas de um passado com escritor. O presente em verso e, em cor.
Zêlo pelo recurso natural de uma Nação. Mais que o pulmão. O coração.
Ordem e Progresso em verde Pavilhão. Conscientização. Ação. Proteção.
Na imprensa internacional, a realidade publicada de cada dia. Em revelia.
Imagem Espacial negada em fotografia. A fumaça sufocante da cidadania.
Ainda há tempo. Mais do que um parlamento. Amazônia em ecoado lamento!

Fotografia: ARAQUÉM ALCÂNTARA.

(Poeta Airton Reis, Série Poética pela Amazônia, Poema Número 04, final).

 

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