13/07/2020 - 09:00

Por: Antonio Costa / Zakinews

Os 83 anos de luta de um autêntico pantaneiro


Antonio Costa, EXCLUSIVO ao Zakinews


   Os talentos foram distribuídos por Deus como forma de garantir ao ser humano meios e condições para sua sobrevivência ao longo do período em que permanecer no seio terrestre. É, portanto, uma dádiva que cada qual ganha e com ela permanecerá até o encerramento da jornada.

   Assim que o talento se mede das mais diversas formas do exercício profissional. Uns são excelentes professores, outros dedicados e competentes médicos na missão de salvar vidas; há policiais, esportistas, advogados, músicos, jornalistas, enfim, cada qual exercendo ou tentando exercer a uma determinada profissão com a máxima competência.

   Tem também os que se dedicam a manter uma parceria com a Natureza, com os campos, os bichos, os pássaros. Esses são muito felizes e eternamente gratos por terem vivido na simplicidade, mas com honestidade, dedicação, gratidão, e amor à vida, aos pais, à família, aos amigos por ter até aqui sabido viver intensamente nesses 83 anos de existência, seu nome: João Ferreira da Costa, o Joãocostinha das fazendas do Pantanal Mato-grossense, o Leão de Pedra conforme é chamado pelo amigo Sebastião Lara. Ele é o homenageado da semana.


JOÃO FERREIRA DA COSTA

Local de nascimento: Poconé-MT

Data de nascimento: 16 de julho de 1937,

(Dia consagrado a Nossa Senhora do Carmo)

Filho de: João Antonio da Costa e de Odete F. da Costa.

O primeiro de uma família de treze irmãos

Casado durante 46 anos com Benedita Picolomini da Costa (in-memorian)

Filhos: Paulo Nelson, Rita de Cássia e Regina

Netos: João Paulo, Marco Antonio, Paulo Guilherme, João Felipe, Hélida, Ricardo, Karol, Karina e Thiago

Bisnetas: Alice e Maria Cecília

Formação: nunca teve a oportunidade de frequentar sala de aula oficial. Mas aprendeu a ler e a escrever com a própria mãe Odete no seio do próprio lar e nas escolas da vida

Profissão: administrador de fazendas no Pantanal


Seus pais: João Antonio da Costa e de Odete F. da Costa

 

   Com dois meses de vida, ele foi levado pelos pais de Poconé-MT para Corumbá-MS, onde o velho pai livramentense de nascimento, costumava se dedicar as lidas das fazendas de gado. O casal João e Odete tinha naquela criança como um presente no início da construção de uma vida a dois.

   Joãozinho foi crescendo em meio às plantações convivendo com os animais do terreiro, com os bichos e os pássaros numa liberdade indescritível para uma criança que inocentemente só sabia brincar.

   Mas logo-logo essa sua vidinha sem responsabilidade muda completamente. Aos doze anos ele já pegava duro no trabalho, era o guia do carro de boi, e ajudava o pai empreiteiro fazedor de cercas em grandes áreas de campos para delimitar as fazendas e garantir proteção das áreas de criação de gado. De sol a sol aquela criança foi crescendo, aprendendo a ter responsabilidade e gosto pelas coisas do campo.

   Sempre estava disponível em ajudar o pai nos afazeres diários. Assim, quando não estava auxiliando na construção de cercas, estava em meio as comitivas tocando boiadas nas regiões de Poconé, Paiaguás, Nhecolândia.

Aos 18 anos estreou como condutor de boiada

   Jovem aos 18 anos já estreava como condutor de boiadas. A sua primeira responsabilidade na profissão surgiu quando assumiu compromisso de conduzir 1660 bois até o município de Aquidauana-MS, contratado pelo fazendeiro Jaime Barbosa.

   Era o mais novo condutor de boiadas naquela parte do Pantanal Sul. Pegou gosto pela profissão, e, foram várias as viagens que fez para a firma JR do abastado pecuarista português Herculano Ribas. Tocar boiadas é entender a manha do gado e aprender dominá-lo de maneira sutil e inteligente.


   O condutor tem que mostrar conhecimento do riscado e ao mesmo tempo passar a sua autoridade de maneira imperceptível para o rebanho que vai obedecendo ao ouvir gritos dos peões, a entender o toque do berrante e a importante parceria no trotear de toda comitiva. Assim a boiada chegará ao fim da jornada sã e salva para tranquilidade do boiadeiro que assumiu o compromisso de levar a boiada de uma fazenda a outra distante localidade viajando montado na cela no lombo do cavalo.

   Ao completar 25 anos, em 1962, o homenageado nesta oportunidade pelo site Zakinews, acompanha os pais e irmãos para a mudança que haveriam de fazer ao deixar Corumbá-MS e fixar residência em Cáceres, a Terra de São Luiz.

   Os integrantes da já numerosa família voaram até Cáceres pela antiga e extinta Viação Aérea Cruzeiro do Sul. Os pertences vieram pelo Rio Paraguai através de lanchas transportadoras. Enquanto o rebanho de uma bem formada tropa de 60 cavalos fora conduzido pelo pai João Costa, e os filhos Joãozinho e Ênio durante doze dias no trajeto que passou pelo Porto Jofre, Transpantaneira até chegar a Fazenda Descalvados.

   A ordem dada pelo maior fazendeiro do Pantanal de MT, Luiz Esteves Pinheiro de Lacerda, era para que os visitantes fossem bem recebidos e assistidos naquilo que precisavam, conforme relembra Clarindo, o conhecido Careca, mecânico e homem de confiança de Luiz Lacerda. Era o dia 02 de setembro de 1962.


   Da tropa de 60 cavalos, posteriormente o abastado fazendeiro escolheu e comprou 20 animais para reforçar a tropa da fazenda. A quantia recebida foi de grande valia para a família que estava recém-chegada na até então desconhecida cidade, revela o homenageado João Costa, o filho mais velho da turma, “vínhamos com a cara e a coragem, mas com muita determinação em trabalhar e vencer”.

   Imediatamente o sr. Luiz Lacerda convidou o filho mais velho de João Costa para trabalhar na Fazenda Descalvados. “A proposta era muito boa, aceitei imediatamente”, revela Joãozinho ao relembrar que trabalhar em fazenda é o mesmo que cuidar da casa, “o trabalho nunca acaba, e completa: fui criado na lida do campo não acreditava e não acredito em assombração”, diz numa gargalhada. Como aliás, é a sua maneira de viver, sempre procurando ser otimista, brincalhão e quase sempre tem uma piada da hora...

Na Descalvados encontrou a companheira com quem viveu 46 anos

   Aos 83 anos comemorados nesta semana, o nosso entrevistado recorda que na fazenda do homem mais rico de Cáceres, Luiz Lacerda, ele encontrou aquela que seria sua companheira ao longo de 46 anos de casado, ou quase cinquenta incluindo a fase de namoro. A descalvadense Benedita Picolomini, filha do ferreiro da fazenda, seu Ezequiel que por muitos anos foi o responsável pela fabricação de toda estruturação dos diferentes tipos de ferragens utilizadas no funcionamento do grandioso complexo da charqueada.


  
João Ferreira da Costa e Benedita Picolomini se casaram em 31 de maio de 1965 na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Cáceres, o Padre Paulo Maria Cabrol foi o responsável pela cerimônia religiosa.

   Sobre a esposa, João só tem elogios: “foi uma grande companheira, mulher e mãe dedicada. Sempre esteve ao meu lado montando a cavalo, de carro de boi, canoa, a pé...topava qualquer parada...até caçada de onça ela encarou e deu tiros...numa época em que a caçada era liberada”, relembra orgulhoso das façanhas encaradas pela mulher em sua companhia.

   João Costa revela que essa valentia, dedicação e amor da mulher, pode ser resultado da mistura de sua geração: italiana, cearense, boliviana, e a mãe borora. “Ela também era inteligente, amiga e muito querida por todos os amigos incluindo os fazendeiros que a conheceram. Era sobretudo uma mulher de fé e coragem”. 

   Ao continuar a sua trajetória de vida no campo em meio aos bois e a imensidão dos campos, o autêntico pantaneiro recorda ainda dos anos em que trabalhou na Agropecuária Pecuama no município de Barra do Bugres.

   Antes ele esteve também na companhia do pai e do irmão Ênio Costa trabalhando na Fazenda Água Verde, do abastado pecuarista Tião Maia. Dessa época ainda está viva na minha memória no período de férias quando íamos na referida localidade no monomotor pilotado por Sandoval Tedesco e Totó Garcia (ambos falecidos), e nos divertíamos bastante em feliz e inesquecível férias escolares.

   Recordações também vividas na Fazenda Baia das Conchas, quando o genitor da família foi contratado pelo pecuarista Higino Zonetti, para promover uma “limpeza” nos baguais alongados nos campos da fazenda que fazia divisa com as terras de Vitório de Lara e João Souto.

   Novamente Joãozinho e Ênio estavam à postos. O dono da fazenda pretendia encerrar as atividades, mas, para isso, necessitava retirar todo o gado bravo da terra. A turma saia de madrugada e retornava no período da tarde. Os animais iam sendo capturados um a um. A cada dez ou quinze dias encostava o caminhão de Honor da Silva que tinha um açougue em Cáceres, carregava os animais para o abate na cidade.

Trabalho garantiu plantel com 18 mil cabeças

   Em junho de 1979, João Ferreira da Costa assume a gerência das três fazendas do almirante da Marinha do Brasil, Raimundo Sharp, são elas São Carlos, Santa Mônica e Santa Cruz. Cabia a ele reestruturar as sedes, incluindo revisão e construção das cercas limítrofes com outras densas áreas, construir tanques para dar de beber o gado na época da seca, como principalmente investir na criação do rebanho bovino.


 

   Como profundo conhecedor do Pantanal, João Costa organizou a sua equipe de trabalho e novamente foi à luta. Logo o militar aposentado a cada vinda do Rio de Janeiro se surpreendia com o volume de trabalho que ia dando cara nova e de uma nítida organização em suas três fazendas, graças a dedicação e visão do pantaneiro gerente. Foram trinta anos de serviço nessas fazendas ao lado da eterna companheira Benedita (Didi), responsável pela cozinha e por uma, muita bem organizada e produtiva, horta de onde saiam todas as verduras e legumes para consumo da própria fazenda.

   Com a merecida aposentadoria, e com o falecimento da mulher em 2009, João Costinha resolve entregar o comando das fazendas com um vultoso saldo de 18 mil cabeças de gado espalhadas nos campos das fazendas do seu Sharp, como era conhecido o patrão, por sinal, um amigo muito estimado na consideração entre empregador e empregado. O gerente ou administrador conseguiu ao longo dos anos de trabalho ganhar essa deferência ou preferência.

Ganhou espaço na BBC de Londres


  
Durante os anos que gerenciou essas propriedades no Pantanal, João Costa conseguiu fazer com que as fazendas se tornassem referência de trabalho, organização e manejo do gado com resultados expressivos. Tanto é que algumas vezes recebeu equipes de TV do mundo, está em sua lembrança duas delas: uma entrevista que concedeu ao então apresentador do SBT Gugu Liberato, em 2007, e a outra foi para a respeitadíssima BBC de Londres, em 2008 com o apresentador Jimmy e a fotógrafa Jumma.


  
“Tornei-me conhecido nacionalmente e fora do Brasil. Gostei bastante e me senti valorizado e bastante feliz pelo meu trabalho no Pantanal”, resume.

   Fazendas essas que se tornaram pontos de coleta de ovos de jacaré, da extinta Coocrijapan. Uma parceria possibilitou que durante alguns anos a cooperativa com a ajuda dos peões das fazendas coletasse uma percentagem de ovos nos milhares de ninhos espalhados nos campos para posterior eclosão desses ovos no viveiro da cooperativa.

Medo, tensão...com a vida em risco

   Após aposentado, o pantaneiro profundo conhecedor das lidas com o gado, descansou um ano na cidade, foi quando acabou sendo convidado e convencido a retornar ao campo, para gerenciar e colocar seu conhecimento para reabrir a Fazenda Água Verde, a mesma em que no passado, João Costa estivera na companhia do pai e do irmão Ênio.

   Muito trabalho o esperava. Novamente com a cara e a coragem topou encarar mais este desafio.

   Em meio a organização da fazenda que começava a mudar bruscamente para melhor, o administrador numa manhã do dia 12 de novembro de 2012, ao percorrer cerca e observar o gado, teve como se fosse um mal súbito...com isso, perdeu-se na extensa área de matas e ficou desaparecido durante quatro dias. Foi segundo ele, como se fosse uma eternidade de tempo aqueles dias de agonia e aflição. “Passei sede, fome, dormi misturado com onça e búfalo selvagem; sobrevivi graças à Deus, nasci de novo...”.


  
Ele reflete um pouco e volta no tempo de infância, mais precisamente quando tinha quatorze anos a Fazenda era a dos pais, a São Benedito na zona do Paiaguás. Ele recorda que ajudando numa carneada por volta das duas horas da tarde, acabou se acidentando com uma faca afiada e viu o sangue jorrar do seu pulso direito, logo uma bacia estava cheia de sangue. Seu pai vendo aquela terrível cena do filho entre a vida e a morte, mandou um peão chamar o famoso benzedor Alípio Elói de Moraes que morava cerca de doze quilômetros. De lá mesmo a iluminada alma interveio e o sangue começou a parar de jorrar. Uma hora depois o próprio Alípio benzedor chegou e encontrou o garoto totalmente desfalecido e bastante debilitado com a quantidade de sangue que havia perdido. A intervenção espiritual foi finalizada com aquele homem de fé passando o dedo sobre o corte três vezes consecutivas...sangue estagnado e noutro dia o acidentado pôde viajar até Corumbá-MS e então finalmente receber atendimento médico. O profissional da Medicina então ficou muito impressionado com o caso. Não queria acreditar que a vítima ainda conseguiu sobreviver aquele profundo corte numa região vital do corpo. Só mesmo um milagre daqueles onde a fé é chamada a intervir e a salvar vidas.

   Ele lembra também da imensurável fé que o seu saudoso pai João Antonio da Costa, possuía e exercitava em prol do próximo. Recorda das benzeções e das orações dele contra picada de cobra, bicheira em animais, engasgamento com espinho de peixe, dor de dente, etc. Teve um caso em que o conhecido José Marinho Pinto de Arruda havia engasgado com espinha de pacu, e foi recorrer ao velho João para aliviar o terrível mal que causava muito desconforto e dor na garganta... Noutro dia aparece a vítima totalmente restabelecida e indaga: “seu João aonde foi parar a espinha?

Fé, solidariedade e o fiel companheiro Ouro Branco

Ainda com relação os intermináveis dias em que ficou perdido, João Costinha pôde avaliar após o susto que abalou familiares e amigos, o quanto é estimado e tem um lugar especial no coração de cada um deles. O apoio veio de todos os lados numa verdadeira cruzada na tentativa de localizá-lo o mais rapidamente possível.


  
Três foram as aeronaves disponibilizadas por fazendeiros amigos da região de Cáceres como também de Poconé, inclusive até mesmo um helicóptero. Horas e mais horas de voo até que a equipe do helicóptero conseguiu resgatá-lo com vida ainda montado no cavalo Ouro Branco, seu companheiro inseparável nas horas de agonia e aflição.

   O animal fungava revidando toda e qualquer tentativa de aproximação de ferozes búfalos como principalmente da temível onça pintada. Tanto é que quando o helicóptero preparava para aterrissar, o felino que estava na espreita, se assustou, deu um salto e fugiu. Muito desidratado e desnutrido estava salvo!  

   Valeu a corrente de oração dos familiares, amigos, dos pastores Valdomiro e Rosemar, e a solidariedade de todos.

 Sabedorias pantaneiras

   Aos 83 anos de uma rica e bem vivida vida, João Ferreira da Costa na acolhedora vivência ao lado dos filhos, netos e bisnetas, nunca bebeu muito menos fumou, revela à reportagem algumas sabedorias com as quais o pantaneiro se orienta ou orientava nos campos. Pois segundo ele, o Pantanal não acabou...o que acabou foi homem com o conhecimento adquirido ao longo da vida numa parceria entre o ser e a natureza...

   Garante que sabe orientar pelos astros...o sol, a lua e as estrelas...

   A lua circundada em branco dá sinal que a chuva está próxima de cair...

   Lua circundada de vermelhidão...sol pleno na semana...

   Gado agitado...sinal que a onça está ou esteve por perto....

   Mosquito incomodando...prenúncio de chuva...

   Uma das maiores enchentes na região do Pantanal...a de 2007 quando foi possível capturar pacu na porta da sede da Fazenda Santa Cruz. A eterna esposa Didi chegou a flechar algumas espécies que nadavam exuberantes nas águas que invadiram e alagaram os campos.

   O homem deve saber conviver com a Natureza, não trabalhar contra ela.

   Ao finalizar, Zakinews agradece a disponibilidade da neta Hélida, em ajudar na preparação da matéria. Coube a ela, que mora junto ao avô, com bastante paciência, estimular ele a responder o questionário de perguntas sobre a sua riquíssima vida no Pantanal. Valeu Hélida, obrigado.

   Na semana do aniversariante João Ferreira da Costa, o mais velho, portanto o número UM da Família Costa, recebe o abraço e a gratidão de todos os seus irmãos: Licina (in-memorian), Ênio, Célia, Edson, Maria, Benedito (In-memorian), Adair, Helena, Lídia Ivone, Ana Luiza, Antonio José, Jorge Tadeu.

“Os caminhos mudam com o tempo

Só não muda um coração...

Segue seu caminho boiadeiro,

Que a boiada foi num caminhão...”

Comentários: ( 23 ) cadastrados.
Por: Salvador da Costa Arruda
Carajás - PA
Uma justa homenagem prestada a este gigante pantaneiro que desde cedo aprendeu a lida com o gado. Homem simples, porém, por onde passava deixava a sua marca: o trabalho. Muito brincalhão com todos e amigo de todas as horas que digam os companheiros de comitiva por esse mundão afora.
Parabéns, meu tio e padrinho por compartilhar conosco a sua história de vida.
15/07/2020 16:08:09

Por: Joaquim Pedrozo
Cáceres
merecida homenagem a este grande homem!!
15/07/2020 11:00:59

Por: Rejane Purper Arruda
Carajás - Pará
Seu João que lindo ter uma história pra contar. Uma vida a ser partilhada. Parabéns e obrigado por nos fazer conhecer seu trabalho, suas lutas, suas experiências, suas conquistas. Que Deus abençoe o senhor com muita saúde. Abraços, Rejane
14/07/2020 19:33:26

Por: João Arruda
Belo Horizonte
Parabéns meu tio, pela linda história de vida!
14/07/2020 09:57:16

Por: Paula Arruda
Santa Maria RS
Que bacana ler com tantos detalhes a trajetória dele. Da minha família, que não conheci, mas enche de orgulho só de ler!
14/07/2020 09:17:51

Por: Jorge Tadeu Ferreira da Costa
Cuiabá
João Costinha...após o episódio em que ficou perdido por três dias e três noites, sempre me vem à mente a passagem bíblica de Jonas na barriga da baleia, os três dias de Lázaro sepulto e do nosso Libertador Cristo que nos trouxe a certeza da Ressureição...após esses devaneios da alma... os amigos do João Costinha perceberam o Arureira que ele é...Lasca de Arureira! Brincalhão tem um senso de humor formidável. Acredito que o melhor ansiolíticos é fazer rir e dar risadas. Assim tem sido esse meu irmão. Parabéns Joãozinho..que Nossa Senhora do Carmo continue a passar na frente dos seus e dos nossos impossíveis. Tenho orgulho de dizer que sou seu irmão. Obrigado Deus pela vida dele e de sua Família. Saudades
13/07/2020 18:55:59

Por: João Arruda
Cáceres
Excelente homenagem ao João Costinha .
13/07/2020 16:31:54

Por: Jose Carlos Cebalho Pouso (Zeca)
Caceres
Prezado amigo e companheiro de caserna , Vantuir Dalbem. este pantaneiro aqui citado, e irmao do nosso saudoso companheiro, Sargento Benedito Costa, a qual nos chamavamos de Cb Costa. Tambem o pantaneiro e cunhado do empresario Cachimbo, que com certeza vc o conhece. Esta familia embora radicado em Caceres, mais com filhos cacerenses sao queridos por todos. Inclusive Dalbem o colunista deste jornal e da familia do pantaneiro, Toninho Costa, garnde amigo,por nos chamados de Bikinha, ex vereador, escritor onde tens livros editados. Meus abracos Dalbem. Carlos Pouso.
13/07/2020 13:30:36

Por: João Felipe da Costa Gomes
Cáceres-MT
Muito orgulhoso e sem sombra de duvida feliz por ter como referência o João Ferreira da Costa como: avô,segundo pai e amigo,parabéns também a todos os envolvidos nessa linda e inspiradora homenagem,parabéns
13/07/2020 12:11:54

Por: Robson de Souza Rodrigues
Caceres
Parabéns Kishi, Toninho e a toda equipe! valorizando sempre a cultura nossa! Por essa relevância e pertinência de homenagear o nosso pantaneiro Sr. João xará do meu falecido pai. Foram muito amigos!!! Hoje eu resíduo em Campo Grande Ms, mais amo minha cidade natal Cáceres Mt, e amigos . Abraços do Robinho ...
13/07/2020 11:23:31

Por: Anônimo

Foi muito válida essa homenagem pois foi um sogro e avô muito presente em nossas vidas assim como a sogra que Deus a tenha.
13/07/2020 11:07:57

Por: Carolina, Karina, Riccardo, Thiago
Cáceres
Parabéns Vô Pantaneiro, continue tocando os corações com sua alegria e marcando-os com sua integridade, simplicidade e persistência. Te amamos muito!
13/07/2020 11:00:36

Por: Claudia Cecília de Sousa Picolomini dos Santos
Cáceres
Ao meu tio João Costa desejo muita saúde e felicidades, sempre nos tratando com muito amor e carinho, orgulho de ter um tio pantaneiro, te amo tio, um abraço bem apertado 🤗, parabéns 🎂🎂🎂
De:
Cláudia Picolomini
13/07/2020 09:45:18

Por: João Paulo Ribeiro Costa
Nova Lacerda
Muito orgulho de ter vivido parte da infância junto desse aventureiro, que foi um segundo pai.
13/07/2020 09:28:04

Por: Paulo Nelson, Rita de Cássia, Regina
Caceres-MT
Dos filhos Paulo Nelson, Rita de Cássia e Regina: “O nosso pai é um homem simples, humilde, de atitudes genuínas que nos ensinou valores que são imutáveis. Como a Palavra de Deus, a família, respeito, dignidade; homem íntegro que valoriza a boa amizade; ele é um semeador da esperança. Sentados a volta da mesa ouvimos e damos muitas risadas dos causos dos tempos que não voltam mais, mas que nos deixam um aprendizado gigantesco que estamos passando para os netos e bisnetos. Obrigado pai, nós te amamos!!!”
13/07/2020 09:23:35

Por: Rita de Cássia Picolomini da Costa
Cáceres
Quanto orgulho dessa história que faz parte da minha vida! Com certeza ele está deixando um legado para toda nossa família, de valores, respeito e tradição. Te amo, pai <3
13/07/2020 09:11:00

Por: Maria José Serrão
Cáceres
Que maravilha de Pantaneiro!!!!! Esse é o verdadeiro pantaneiro. Muito linda essa história do homenageado. Parabéns.




13/07/2020 08:53:25

Por: Anônimo

Mto linda a história do Sr. João...bem merecida essa homenagem.Que Deus o conserve com Essa vitalidade por mto tempo. Parabéns a vcs que realizaram essa reportagem.
13/07/2020 08:53:12

Por: Vantuir Dalbem Soares
Campo Grande
Parabéns seu João, vc merece tudo de bom pela sua luta exemplar e desejo a você muita felicidade e muitos anos de vida com saúde e paz.
13/07/2020 08:42:32

Por: Adilson D Reis
Cáceres
Show de "boleada" meus Confrades Toninho e Kishi, aí tem "lastro" autêntico, parabéns por mais este capítulo, agora escrito, da nossa história oral, grande abraço à toda a Família Costa
13/07/2020 08:41:46

Por: Hélida Cristina da Costa Gomes
Cáceres
Grande orgulho da minhaa família! Te amo muito, vovô pantaneiro ❤❤
13/07/2020 08:31:34

Por: Edilson J Viana Costa
Cáceres Mt
Srmpre com a mesma competência e clareza nos detalhes da história de cada homenageado,parabéns Toninho e Kishi!
13/07/2020 08:27:40

Por: Francisco Do Prado S. Junior
Caceres
Homens com o conhecimento do sr. Joao, são poucos , pantaneiro legitimo, conhece o movimento das águas, do vento, dos insetos, enfim tudo desse nosso longo e diversificado pantanal, parabéns kishi e equipe, por preservar nossa história e memória.
13/07/2020 08:18:14

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