25/06/2020 - 12:30

Por: Airton Reis

SOL DA LIBERDADE - POETA AIRTON REIS


 

 

Seus raios fúlgidos no
Orbital da nossa cidadania,
Luzem do alvorecer ao fim do dia.

Democracia, Democracia, aonde tu andarás?
A quem representa? Quiçá por quem brilharás?

Letras ainda podem ser escritas com o tom lilás.
Instante, permanente ou em continuado esquecimento?
Brincam de Parlamento. Passam o tempo. Ignoram o vento.
Esquecem a tempestade. Insistem no relento. Mero tormento.
República Federativa, quantitativa, distintiva, superficial, desfigurada.
Discurso esvaziado à Pátria Amada. A Alvorada, morada passageira.
Ai de nós população obreira. Ah! Quantos lutos, nesta hora derradeira.
Dedos apontados neste rincão. Os sepultados, nas covas rasas em refrão.
E o Sol no pino. Ouvimos um Hino. Bandeira. Deus salve a Nação brasileira!

 

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