11/05/2020 - 09:00

Por: Wilson Kishi e Antônio Costa

Os jornais impressos de Cáceres de 1960 até os dias atuais


Wilson Kishi e Antônio Costa


  
No mês de fevereiro, Zakinews publicou matéria sobre os registros dos primeiros jornais impressos de Cáceres, sendo “O Progresso”, o marco inicial da impressa escrita, o primeiro periódico a circular nas poucas ruas de Vila Maria do Paraguai (Cáceres), nos anos de 1878 e 1879.

   Até a década dos anos 50 do século XX, Cáceres teve nove jornais, sendo o “A Razão” o periódico que perdurou por longos 40 anos aproximadamente, encerrando suas atividades em torno de 1956. Reveja a matéria clicando Aqui.

   Dando continuidade ao nosso quadro “Memórias e Histórias”, apresentamos os jornais impressos de Cáceres, pós “A Razão”.

   Como se pode observar na fundação de vários jornais impressos que circularam ao longo dos anos, nota-se que os pioneiros sempre tiveram a preocupação em manter a atividade jornalística como forma de servir à comunidade local com informações que viessem ao encontro das necessidades dos povos, mantendo também a chama democrática da informação - pilar fundamental de sustentação das vozes da comunidade.

 

   Em 1961, surgiu a primeira versão do jornal “Jornal Correio Cacerense” que teve como diretores os senhores: Antonio Marques, Nelson Ferreira Mendes e Jacques Souto da Costa e Faria. Sua administração funcionava à Rua João Pessoa, 12, e mantinha também escritório em Cuiabá à Rua Antonio João, 291.

   A histórica publicação de número 001 circulou na data de 29 de outubro de 1961, a sua apresentação foi assinada por Antonio Marques no 183º aniversário da Princesinha do Rio Paraguai. “Surge aqui o primeiro número de mais um jornal que circula nesta cidade. É longa e nobre a tradição do jornalismo em Cáceres... esperamos que tenha vida longa possível e, desaparecendo um dia, seja dignamente substituído. Correio Cacerense deverá circular inicialmente de 15 em 15 dias. Posteriormente a cada 10 dias e finalmente em cada semana”, diz trecho da apresentação na página principal do número um.

   Poucas pessoas se recordam deste jornal Correio Cacerense, pois, só teve alguns exemplares lançados e depois, desapareceu. Ressurgiu sete anos depois, com o mesmo nome de fantasia, mas de outra Razão Social. O nome Correio veio a se constituir num nome forte e de peso na história da imprensa escrita de Cáceres, haja vista, que até os dias atuais, ele ainda existe conforme o leitor poderá acompanhar na sequência da matéria.

 

   Fundado em 21 de abril de 1963, tinha como lema “Tudo pela grandeza de Cáceres”. A administração e oficina foram instaladas à Rua Riachuelo, 8. A direção do jornal coube ao advogado cacerense Nelson Ferreira Mendes, que posteriormente fez carreira na Prefeitura na função de assessor Jurídico permanecendo no quadro até se aposentar. Doutor Nelson, como era conhecido, tinha outros dois sócios: o fotógrafo Cypriano Pereira Santiago e Joaquim I. Souto Fontes.

   Pelas informações contidas na primeira edição do Pioneiro, Cáceres registrava uma população de 30 mil habitantes, sendo apenas 10 mil na zona urbana e suburbana e 20 mil na zona rural. Sua área territorial era de 42.333 km. No início da década de 60 do século passado, Cáceres tinha as Glebas Jauru, Água Suja, Paixão (hoje, município de Araputanga), Rio Branco, Mirassol e Atlântica, num total de 383 famílias e 1.823 pessoas.

 

   Com mesmo nome do jornal lançado em 1961, mas desta vez registrado na Junta Comercial em 1968 pelo cacerense, médico veterinário, José Wilson de Campos, como fundador do Jornal CORREIO CACERENSE. O número 1, datado de 10 de novembro de 1968, foi registrado em Cartório de Registro da cidade do Rio de Janeiro. Seu tema: “Unir para construir”, o que aliás, perdura até os dias de hoje.

   Sua circulação era semanalmente e ocorria aos domingos. O redator era o próprio José Wilson; a tipografia e impressão do jornal eram feitas na oficina que se localizava à Rua Marechal Deodoro, 182. O chefe da oficina era Fernando Lustig.

   No dia 10 de novembro de 2019, quando o JCC completou 51 anos de existência e considerado o jornal do interior mais antigo em atividade, Zakinews publicou uma matéria especial sobre a história do Correio Cacerense, com o título: “Correio Cacerense, um dos ícones na comunicação de Cáceres, completa 51 anos neste domingo”, clica no título e leia a matéria completa.

 

   Outro informativo que deu sua parcela de contribuição ao desenvolvimento da cidade, foi o Jornal Panorama, de propriedade do sr. Rachid Salomão e Anna B. Salomão, o referido jornal marcou época em Cáceres. O jornalista responsável foi Herbert de Almeida. O escritório funcionava à Rua 15 de Novembro, 179, centro. O departamento fotográfico do Panorama tinha como chefe Akio Kishi e os fotógrafos Ernesto Kobari, além do próprio Rachid Salomão. A diagramação era feita por George Washington Ramos e tinha como colaboradores: Dr. Nelson Vidal M. A., professor Natalino Ferreira Mendes e professora Vanilda Castrillon Mendes, além da colunista social Margareth Viegas.

 

   Surgiu em 1976, tinha como redator chefe, Weller Marcos e depois, Maria Cristina Ribeiro, editor José Rondon, diretor financeiro Airton Montecchi Filho e diretor administrativo, Enio Dourado Rodrigues. Estava estabelecido na Praça Major João Carlos, 78, Centro.

   Nesse período da existência do Jornal de Cáceres, inúmeros registros nas páginas anunciavam várias ações do prefeito Ernani Martins, preparando a cidade de Cáceres para as festividades do seu Bicentenário.

   Uma dessas ações veiculadas pelo informativo foi o envolvimento dos cacerenses em construir muros e calçadas nas principais ruas do centro. O secretário de obras de Ernani era o engenheiro Paulo Cesar Homem de Mello.

 

   Foi um semanário de informação cinematográfica que durou dois anos, entre 1977 e 1978. O proprietário e editor do Cine News foi Lúcio de Oliveira Filho, que posteriormente se tornou vereador por Cáceres em duas Legislaturas (de 1993 a 1996 e 1997 a 2000). Segundo o ex-vereador, o “Cine News”, era distribuído somente no Cine Peduti. Posteriormente passou a chamar-se de “Jornalzinho” e seus 1000 exemplares eram distribuídos, também nos Cine Copacabana, Cine São Luiz e nos comércios. A Hilda Macedo, irmã do vereador Rubens Macedo foi a colunista social.

 

   Informativo que surgiu no ano de 1979, para integração dos órgãos de segurança, principalmente da Polícia Militar e Exército. Tinha parceria com o Correio Cacerense, época em que seus diretores eram os sócios Odilon Viegas Muniz e Aloísio Coelho de Barros. O Correio imprimia o “O Integração” com a supervisão do jornalista Luizmar Faquini, hoje apresentador de um programa na Rádio Difusora de Cáceres. No Expediente registra que a propriedade foi do Serviço de Relações Públicas da 4ª Companhia Independente da Polícia Militar (4ª CIPM) e seu fundador o Ten. PM Narciso Silveira; o supervisor geral o Cap. PM Antonio Dalvo de Oliveira; e os colaboradores: Sgto Corinto Pereira da Costa, Sd PM Armindo Ramos de Almeida e Sd PM Luiz Cláudio Deluque Moraleco. Tinha distribuição gratuita e quatro mil tiragens por edição.

 

   O desfile histórico dos informativos impressos que fizeram parte da história de Cáceres, continua com o surgimento de O Jornal em 1979; sua redação funcionou à Rua Coronel Faria, 140 e tinha como diretora superintendente Ivone Figueiredo de Souza, diretor responsável Vinícius Danin e diretor comercial Wilson Evangelista Souza.

 

   De propriedade da Gráfica e Editora Vale do Paraguai, da família Ninomiya Miguel. Exerceu por longo período atividade jornalística, precisamente nos anos de 1986 até 2000. Teve como primeiro editor o paulista Valdomiro de Deus; outros jornalistas também responderam pela redação do semanário, a exemplo do saudoso Joilson da Costa e Silva, ex-Diário de Cuiabá; professor Geovanil dos Santos Sacramento, Jorge Maciel, entre outros.

   Folha do Povo tinha sua redação e oficina à Rua São Pedro no Bairro da Cavalhada. Nessa época surgiu uma amizade entre os profissionais do Correio Cacerense e os da Folha, principalmente os recém-chegados, caso do Joilson, Benedito Fernandes de Souza (Dito, ou Djavan -dado o estilo black power que ele se apresentava nas domingueiras de fim de semana no extinto UBSSC, clube dos militares do exército).

   Lembra dessa passagem o jornalista Antonio Costa, que respondia pela parte esportiva do Correio, e, que aos finais de semana, costumava encontrar os companheiros de redação da Folha para animados bate-papos.

   Ele também revela que hoje o Djavan daquele tempo se tornou proprietário da Folha de Nobres, principal informativo da turística região ricas em belezas naturais, nos meandros da Serra do Tombador, escondem-se verdadeiras maravilhas esculpidas pela natureza, com inúmeras cachoeiras e grutas.

   FOLHA MATOGROSSENSE - 1997

 

 

   Do jornalista João Benedito Alves de Arruda, tem sua Administração e Redação na Rua dos Soteros, Q-29, Casa 08, no bairro Poupex. Além de Cáceres, tem circulação nos municípios de Mirassol D´Oeste, São José dos Quatro Marcos, Araputanga, Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade e Comodoro.

   Fundado em 12 de maio de 2004, o informativo completa 16 anos de atividade nesta semana, se constituindo, portanto, no segundo mais antigo em atividade em Cáceres. O jornal, conforme seu proprietário, João Arruda, surgiu após ter assumido o Correio Cacerense em 20/01/2001. Após mais de três anos manter o referido jornal, resolveu acatar sugestão do então diretor do Sebrae, Rubens Pinho Filho, e fundou o Jornal Cacerense, “Fiote” segundo ele, do tradicional Correio Cacerense.

   João Arruda inovou o informativo com as colunas que levam os nomes de espécies nativas do Cerrado e do Pantanal: Pau de Novateiro, Sangra Dágua, Orelha de Onça e Escova de Macaco. Assim ele presta uma homenagem a flora local, e foge da costumeira tendência jornalística.

 

   Idealizado pelo professor de Letras Celso Antunes, teve como co-fundadores os senhores Elísio do Prado e Esmeraldo Rodrigues de Jesus. O jornalista responsável era o professor Geovanil dos Santos Sacramento e como diretor comercial, responsável pelas assinaturas e vendas de publicidade o gaúcho Alcídio. Funcionou o escritório à Rua dos Diamantes, 69, Bairro Cohab Velha.

 

 

   No Expediente, esse jornal que circulava nas cidades de Cáceres, Cuiabá, Várzea Grande, São José dos Quatro Marcos e Pontes e Lacerda, tinha como Diretor Presidente, Glauco Miguel Ninomiya, Diretor Comercial, Esmeraldo Rodrigues de Jesus, diretor de redação, Elísio do Prado e Editoração e Diagramação, João Laurentino. Foi uma publicação da Gráfica e Editora Vanguarda e localizava-se na Rua São Pedro, 806, no bairro da Cavalhada. Teve duração aproximada de um ano, entre 2001 e 2002.

 

O fundador foi o ex-radialista e ex-apresentador do programa Cadeia Neles, Francisco da Silva Leite, o Da Silva. A redação do jornal tinha endereço à Rua das Turquesas, 255, no bairro Vila Mariana. No seu Expediente informava que o jornalista responsável era Sid Carneiro; pela Publicidade José Antonio Pires da Silva e quem diagramava e comandava a arte e redação do jornal era Esmeraldo Rodrigues de Jesus. Todos sob a direção administrativa de Sabina Cardoso. A circulação era regional e teve poucas dezenas de edição no segundo semestre de 2006.

 

   De circulação semanal, funcionou durante o ano de 2006. O diretor Executivo e de Marketing foi o J. Egues, com tiragem de 2 mil exemplares, localizava na Rua Floriano Peixoto, na Cavalhada.

 

 

   Semanário fundado por Luiz Emídio Dantas, em 16/07/1999 e teve como primeira diretora a professora Vanilda Castrillon Mendes Dantas. O Editor responsável, por um período, foi o jornalista Sérgio de Oliveira.

   De Cáceres, o jornal tinha como lema “Um jornal da região sudoeste para Mato Grosso”, objetivo de Luiz Emídio, em divulgar a região de Cáceres.

   Seus primeiros colaboradores foram: Luiz Claudio Ramos Mendes e D´jmar Batista Marçal, como digitador e diagramador, respectivamente e Adão Mendes, Natalino Ferreira Mendes, Olga M. Mendes Araújo, Martha Baptista, Vera Maquêa, Fábia Maciel, Toninho Costa e Luiz Renato.

   O jornalista Sinézio Alcântara também foi editor; outro profissional que atuou como diagramador foi Alessandro Cabeção. Teve ainda como redator do jornal e repórter, o então acadêmico do curso de Direito na Unemat, Sebastião Moraes, o Moraezinho, que ainda colaborava nos assuntos políticos.  O jornal A Notícia circulou por pouco mais de 5 anos.

 

   Jornal semanal de propriedade do jornalista Sinézio Nunes de Alcântara, está em circulação desde 2008 e atende toda a região sudoeste de Mato Grosso. Suas instalações se encontram na Avenida José Palmiro da Silva, 319 no bairro São José.

   O Expressão surgiu após o referido jornalista cacerense ter-se desligado de A Gazeta, de Cuiabá. Inicialmente era bi semanário; hoje conta com doze anos de atividades em Cáceres.

   Ao concluir o referido material com nomes de pioneiros que deram sua parcela de contribuição à imprensa escrita de Cáceres, Zakinews presta homenagem aos cidadãos que no passado tiveram a preocupação de criar mecanismos que pudessem levar a informação ao cidadão cacerense. Assim como os profissionais que até os dias atuais, mantém esse mesmo compromisso a cada instante renovado, com as informações que vão se borbulhando. Imprensa, quarto Poder da Democracia, pilar que nunca morrerá...

   Como diz Diego Iraheta, Editor-Chefe, (Huff Post Brasil), em sua opinião: “jornalismo não é obrigação, não é um trabalho como outro qualquer. É paixão e quase uma missão. E, por isso, como Garcia Marquez defendia, o jornalismo nunca vai entediar aqueles que realmente são vocacionados”.

 


   O Pantanal Notícias teve como fundadores, o advogado Sebastião Moraes e o empresário Rene Crespo Mantel. Seu funcionamento iniciou em 2009 e teve duração aproximada de 3 anos com circulação em toda a região sudoeste de Mato Grosso e a jornalista responsável era Clarice Diório. Moraesinho lembra que, além de jornal impresso, o Pantanal Notícias tinha a sua página online. Posteriormente a empresa foi vendida para Moacir Barbosa que conduziu por um curto período de tempo.

 

 

Comentários: ( 16 ) cadastrados.
Por: Sandro
Cáceres
jornalismo de recordações, é isso aí kishi e toninho, mesmo que tenha que falar em da silva e companhia, kkkkkkk
11/05/2020 22:20:13

Por: Luiz Miguel
Cáceres
Esse jornal Panorama circulou na década de 1970. Boas recordações.
11/05/2020 22:15:04

Por: CARLOS SILVA
CÁCERES
COM AS REDES SOCIAIS, OS JORNAIS ESTÃO SENDO DEIXADOS DE LADO E POUCOS INTERESSES PELAS LEITURAS EM NOTÍCIAS IMPRESSAS. É UMA PENA, JÁ IMAGINARAM SE NÃO TIVESSEM ESSES JORNAIS DE ANTIGAMENTE? VOCÊS DO ZAKINEWS NÃO FARIAM ESTA MATÉRIA.
11/05/2020 23:55:35

Por: Edson Vitorino
cáceres
Zakinews surpreendendo com matérias interessantes. Parabéns Antonio Costa e Kichi
12/05/2020 14:18:41

Por: Suely Catelan

CADA VEZ MAIS ADOROOOO AS MATÉRIAS DO ZAKI NEWS - CONTINUEM COM ESSAS INSPIRAÇÕES PARA TRAZER NOVIDADES ANTIGAS (RSRSRS) SOBRE MINHA AMADA CÁCERES.
12/05/2020 18:24:46

Por: Maria José
Cáceres
Lembro bem dos jornais Panorama e Jornal de Cáceres. Panorama era marcado pelas dezenas de fotos que saia em cada edição..
11/05/2020 16:40:47

Por: Benedito Fernandes de Souza
Nobres MT
Não poderia deixar de agradecer ao Wilson Kishi e ao prof. Antonio (Toninho) pela referência e deferência em relação a oportunidade que nos concedeu, Deus e a família Ninomiya pelo período enriquecedor e de muito aprendizado em minha vida. Foi oportuna essa ida e a satisfatória a chance de poder estabelecer contatos novos e novos amigos, além de constituir uma nova família com filhos cacerenses. Nesse período aprendi muito com as pessoas com que convivi e tenho Cáceres como uma referência em amizade, em receber bem e em hospitalidade. Tive a oportunidade da convivência com famílias tradicionais e respeitadas em Cáceres e o futebol proporcionou-me a proximidade com personalidades em termos de respeitabilidade e conceito social e comunitário, além, é claro de estar com mestres do jornalismo tal e qual o Faquini, o prof.º Geovanil, Sinézio, Jorge Maciel, Judite Rosa, Ildefonso Rosa, Paulo Camilo, Roni Garcia, o Joilson e a convivência com meus companheiros de dificuldades na área gráfica com as velhas linotipos. Zakinews surge como uma novidade para estabelecer um modelo de jornalismo reparador, colocando pessoas e seus feitos acima da informação cotidiana, por vezes cansativa embora necessária. Valorizar e repor como informação valores que o tempo consome em sua velocidade imperceptível. Grato pela menção e o respeito pela lembrança.
13/05/2020 09:01:29

Por: Dourival de favare
Caceres mt
Parabéns meu amigo seu trabalho de pesquisa é espetacular Lindas história de Cáceres Um abraço
11/05/2020 08:02:17

Por: Mariano Leal de Paula
Cuiabá MT
Um maravilhoso e autêntico resgate histórico.
11/05/2020 10:59:19

Por: Anacleto
Cáceres
Vocês dois, Kichi e Antono Costa, estão fazendo a diferença no jornalismo em Cáceres. Ao mesmo tempo em que nos mostra a história de Cáceres. Parabéns.
11/05/2020 15:33:54

Por: Lucas Silva
Cuiabá
Como acadêmico de história, tenho acompanhado algumas matérias sobre a cidade de Cáceres. Quiçá encontremos alguém em Cuiabá para fazer o mesmo que o Zakinews tem apresentado nas matérias sobre seu povo e sua história. Cuiabá tem 300 anos e de importantes histórias tbm.
11/05/2020 15:58:10

Por: Fleury Leite de Souza
Rondonópolis
Kishi e Toninho Costa. Esta é mais uma história que só enriquece o nosso conhecimento sobe os jornais impressos aí longo da história de Caceres. Vimos ao longo deste relato que tivemos alguns jornais e periódicos que permaneceram por longas décadas.Exemplo "A Razão"(Periódico)- 40 anos e o conhecido querido Jornal Correio Cacerense que já alcançou 51 anos de existência, tendo no seu comando sempre profissionais de grande gabarito no seu quadro tratando sempre a notícia com grande zelo e mantendo a comunidade cacerense muito bem informada. Novamente Kishi e Toninho, vocês estão resgatando a nossa história de uma forma diferente e interativa. Pois, quem resgata o passado fortalece a existência de um povo e nos enche de grande orgulho a cada nova história que nos proporciona. Parabéns.
19/05/2020 20:19:52

Por: Maria Sueli Vieira Mattiello.
Cáceres Mt.
Meu amigos Kishi e Toninho Costa, conferi do começo ao fim , todo trabalho apresentado sobre o nossos JORNAIS DE CÁCERES, parabéns pela escolha do tema, sempre é bom relembrar as notícias dos jornais que sempre foram verdades para nosso povo. sem contar uma viagem ao passado, principalmente para rever nossa história. Só fiquei um pouco triste em não ver um artigo que foi publicado na primeira do CORREIO CACERENSE, com o título VIVI CEM ANOS ME DEIXE MORRER EM PAZ, a matéria foi uma longa história sobre os TARUMÃS, da Praça da Cavalhada, não tenho mais cópia e gostaria muito de recuperar uma. . Também não lembro direito a data, mas foi no tempo em que VALTER FIDELIS foi prefeito,foi uma ordem dele para que os TARUMÃS,fossem cortados, meu sentimento nativista se aflorou e comprei a briga colocando entre os mesmos uma faixa; ' VIVI CEM ANOS ME DEIXE MORRER EM PAZ ", uma pena que vocês não tenham encontrado este jornal, se conseguir uma cópia ou onde posso conseguir muito gostaria.
24/05/2020 19:22:30

Por: Maria Sueli Vieira Mattiello.
Cáceres Mt.
Meu amigos Kishi e Toninho Costa, conferi do começo ao fim , todo trabalho apresentado sobre o nossos JORNAIS DE CÁCERES, parabéns pela escolha do tema, sempre é bom relembrar as notícias dos jornais que sempre foram verdades para nosso povo. sem contar uma viagem ao passado, principalmente para rever nossa história. Só fiquei um pouco triste em não ver um artigo que foi publicado na primeira do CORREIO CACERENSE, com o título VIVI CEM ANOS ME DEIXE MORRER EM PAZ, a matéria foi uma longa história sobre os TARUMÃS, da Praça da Cavalhada, não tenho mais cópia e gostaria muito de recuperar uma. . Também não lembro direito a data, mas foi no tempo em que VALTER FIDELIS foi prefeito,foi uma ordem dele para que os TARUMÃS,fossem cortados, meu sentimento nativista se aflorou e comprei a briga colocando entre os mesmos uma faixa; ' VIVI CEM ANOS ME DEIXE MORRER EM PAZ ", uma pena que vocês não tenham encontrado este jornal, se conseguir uma cópia ou onde posso conseguir muito gostaria.
24/05/2020 19:49:04

Por: Gilmar B. Marostega
Cáceres
Muito oportuno e interessante esse resgate histórico/cronológico da imprensa escrita de nossa cidade. Você consegue assim, caro Khisi, usando uma mídia atual, resgatar e dignificar profissionais e empreendedores que registraram a história de Cáceres em tempos idos. Parabéns!!!! Nota: como sugestão, que tal fazer uma reportagem sobre a Escola Agrícola (atual IFMT- Campus prof. Olegário Baldo) que em 17 de agosto do corrente ano completa 40 anos??? Fica a sugestão. Abraço
28/05/2020 17:02:49

Por: Gilmar B. Marostega
Cáceres
Muito oportuno e interessante esse resgate histórico/cronológico da imprensa escrita de nossa cidade. Você consegue assim, caro Khisi, usando uma mídia atual, resgatar e dignificar profissionais e empreendedores que registraram a história de Cáceres em tempos idos. Parabéns!!!! Nota: como sugestão, que tal fazer uma reportagem sobre a Escola Agrícola (atual IFMT- Campus prof. Olegário Baldo) que em 17 de agosto do corrente ano completa 40 anos??? Fica a sugestão. Abraço
28/05/2020 16:38:39

Faça o comentário para a noticia: Os jornais impressos de Cáceres de 1960 até os dias atuais

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade do autor.
As mensagens com conteúdo abusivo poderão ser vetados da publicação.