20/01/2020 - 09:00

Por: Antonio Costa

João Clímaco, o vilabelense líder espiritual do mais antigo Centro Espírita de Mato Grosso


Arquivo: Cyria Leite
Única fotografia encontrada de João Clímaco Leite de Souza, ainda jovem


Antonio Costa, EXCLUSIVO ao Zakinews

 

JOÃO CLÍMACO LEITE DE SOUZA
Nasceu em Vila Bela da Santíssima Trindade.
Em 30-03-....
Criou-se em Cáceres-MT.
Filho de Petronílio Leite de Souza
e de Francisca Romana Leite de Souza.
Casado com Luzia de Souza
Filha única Lucinda.

 

   Após acatar sugestão da leitora Ledir Pires da Silva, sobrinha, atualmente moradora de São José dos Quatro Marcos, o Zakinews passou a levantar dados que pudessem resultar numa matéria com este que é considerado um dos maiores líderes espirituais do mais antigo Centro Espírita de Mato Grosso, o Mateus, localizado na Rua Comandante Balduíno em Cáceres-MT, cuja data de fundação é 30-11-1896 (124 anos).

Wilson Kishi

   João Clímaco Leite de Souza, conforme a sua sobrinha, professora aposentada da rede estadual, Círia Ponce de Souza, 82, nasceu em Vila Bela da Santíssima Trindade e passou a maior parte de sua vida em Cáceres, até vir a falecer no ano de 1974.

   Ela conta que o tio se tornou um grande líder espiritual após ser acometido de uma grave doença que o maltratou bastante. Filho de uma família de católicos, João Clímaco foi curado após seguidas e sucessivas sessões com o líder espiritual cuiabano, subtenente Praeiro (Aristotelino Alves), que servia no antigo 2º. Batalhão de Fronteira e atuava no Centro Espírita Mateus, o mais antigo em atividade em todo Mato Grosso. (através da Portaria Ministerial no. 44 de 15-02-1938, é nomeado para servir no Posto de Subtenente no 2º. Batalhão de Fronteira... Em 1929 ingressa para a Doutrina Espírita, após ter assistido uma mensagem de Profunda Elevação Espiritual do então Patrono do Exército Brasileiro, Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias...do site Clássicosautoresespirituais).

   Curado totalmente da enfermidade, João Clímaco se recolheu na fase de recuperação e de fortalecimento no Sítio Porto São José na Baía da Caiçara, braço do Rio Paraguai, onde moravam seus pais. Ali permaneceu durante aproximadamente dois anos... Foi então que nessa fase de recolhimento interior João Clímaco decidiu-se em seguir o espiritismo como forma de agradecimento e retribuir toda a dedicação e cuidado que havia recebido do amigo e líder espiritual subtenente Praeiro.

   Atuante e cada vez mais dedicado ao espiritismo ele se destacava na sua atuação e assiduidade nas causas do Centro Espírita Mateus. Foi por nove vezes aclamado presidente do referido centro.

   Atendia diariamente a um grande número de pessoas -adultos e crianças - que a ele recorriam quando se sentiam acometidos de algum mal, quer uma doença física, ou uma atribulação espiritual...

   Conselheiro nato e acolhedor, lá estava João Clímaco oferecendo um gesto de gratidão, um afago, uma palavra de incentivo e fé que servia para amenizar a dor e o sofrimento de um irmão...quer da cidade, como também da região da Morraria, eram muitos os que desse local vinham buscar atendimento com o religioso.

   A casa da humilde família, localizada na Rua Quinze de Novembro, sempre vivia cheia. Ele hospedava aqueles que vinham de fora em busca da cura. Pelo menos o paciente que não tinha onde permanecer durante o tratamento, ficava hospedado em sua residência.

Wilson Kishi
Rua 15 de Novembro


  
Ainda segundo a professora Cyria Ponce de Souza, que morou com a família de João Clímaco durante sete anos, tempo que frequentava aulas no Grupo Escolar Esperidião Marques, o tio era um conselheiro nato. Diariamente estava orientando as pessoas para praticarem o bem e ajudarem o próximo. Ele nunca necessitou chamar a atenção da jovem, pois, segundo ela, sempre “ouvia os conselhos e comportava direitinho”.

Wilson Kishi
Professora Cyria Ponce de Souza, sobrinha de João Clímaco


 
 Professora Círia, a sobrinha querida do líder espiritual, lecionou até se aposentar nos níveis - I a IV e V a VIII (hoje Ensino Fundamental I e II), no antigo Grupo Escolar Esperidião Marques. Devota de Santa Rita de Cássia, a quem ela atribui o feito de ter conseguido construir a sonhada casa própria onde mora.

   Acompanhando as atividades religiosas do tio, Círia oriunda de uma família de doze irmãos, dos quais oito ainda são vivos, passou-se a dedicar ao Centro Espírita Mateus ajudando na preparação dos jovens e das crianças por ocasião das apresentações festivas de Dia das Mães e a do Natal. Oportunidade que eram apresentadas peças teatrais sob a sua coordenação.

   Até hoje ela ainda dedica parte do tempo com bonecas encontradas no lixo. Ela pacientemente lava, escova os cabelos, veste as bonecas e as transforma para melhor e doa, às crianças carentes, nas escolas e no ambulatório da criança. O mesmo acontece com as roupas de crianças que ela confecciona para servir aos carentes.

   Voltando às lembranças que ficaram do tio João Clímaco, ela recorda que também a sua esposa, tia Luzia efetivava curas. Ela recebia os espíritos que davam as receitas dos remédios direcionados aos pacientes...

   O casal atendia pacientes que algumas vezes, chegavam amarrados, por estarem furiosos e possuídos... “Vi muitos casos de pessoas enfurecidas que chegavam e eram depois acalmadas. Parece que ele recebeu um chamado de Deus; o casal curava junto”, recorda.

   Círia lembra dos amigos que estavam quase que diariamente próximos do espírita. Cita o saudoso Mesquita da Karla Calçados, sargento Henrique, família Maia, do Bairro Cavalhada, e outros.

   Época que segundo ela a cidade ainda era bem pacata. Lembra dos médicos que atendiam, dr. Gentil, dr. Nito, dr. Lécio (militar do exército). Parteiras, dona Teodora, setenta anos atrás, e posteriormente a suíça dona Margarida.

Sargento Henrique: “no espiritismo, ou se vai pelo amor, ou pela dor...”

Wilson Kishi
Sargento Henrique Leite, ex-presidente do Centro Espírita Mateus, foi um dos grandes amigos de João Clímaco


  
Antonio Henrique Leite, 88, o conhecido sargento Henrique se dedicou longos anos ao Centro Espírita Mateus, assim como ao Lar das Servas de Maria (abrigo dos velhos), ele recebeu em sua residência a reportagem do Zakinews, oportunidade que fez preciosas revelações sobre o homenageado...

   Antes, porém, revelou que entrou para o espiritismo após ter algumas visões noturnas...inclusive, chegou a ver uma mulher vestida de mortalha na cor preta...Outras vezes tinha dificuldades para dormir...

   Foi então, que decidiu procurar ajuda do amigo e líder espiritual João Clímaco. Após algumas sessões, entre passes e orações, se sentiu bem mais tranquilo. Principalmente quando decidiu frequentar o centro.

   Sobre a vida do líder espiritual homenageado nesta oportunidade, Antonio Henrique recorda que o mesmo chegou a ter um relacionamento conturbado com a primeira mulher. Ele, além de passar o dia como atendente de balcão na Casa Glória, onde também cuidava de curtir couros e embalar poaia, ainda tinha que preparar a comida e arrumar a casa e zelar das tarefas domésticas...

   Certo dia, a então companheira mudou completamente... João chegou para almoçar a comida estava feita, mesa posta e a casa arrumada... Isso nunca houvera acontecido antes.

   Naquele mesmo dia, teve uma desagradável surpresa ao retornar para casa após mais um dia de trabalho, e encontrar morta na cama a então companheira...

   À noite, os amigos e companheiros do centro espírita estiveram no velório, oportunidade em que receberam a mensagem da falecida que agradecia pela dedicação e paciência que João Clímaco a havia tratado durante o tempo que estiveram juntos...deixou o recado também para que ele arrumasse outra companheira que fosse mais compreensiva e que lhe apoiasse...

   Casou-se então com Luzia Santana de Souza. O casal adotou como filha a pequena Lucinda e viveu num clima de união, simplicidade e em plena e total felicidade.

   Lucinda cresceu criada como uma filha de verdade. Inexplicavelmente desapareceu de uma hora para outra e nunca mais foi vista...

   João Clímaco sentiu muito a perda da estimada filha...ficou triste...e não compreendia a razão pela qual a moça saiu de casa para nunca mais voltar...

   A esta altura da vida ele já tinha perdido totalmente a visão... Seu amigo Nhôca Maia chegou a levá-lo em Congonhas-MG na presença do famoso médium João Arigó (José Pedro de Freitas, que desenvolveu suas atividades espirituais durante cerca de vinte anos, realizando cirurgias e curas, pelo espírito que recebia do Dr. Fritz).

   Segundo Antonio Henrique Leite, Zé Arigó recebeu João Clímaco e disse-lhe: “você veio aqui cheio de esperanças de voltar a enxergar. Volte para sua terra e aprenda a conviver com essa sua cegueira cármica”.

   Ao finalizar, sargento Henrique afirma que chegou a sentir as dores do amigo com o desaparecimento misterioso da filha. “Ele era um homem que amava a vida. Tinha o Centro Espírita Mateus no coração. No dia do aniversário recebia os amigos...servia grande variedade de doces, cantava parabéns e fazia orações”.

...A sobrinha Emídia também é convidada a falar do tio.

Wilson Kishi
Emídia Pinheiro, sobrinha de João Clímaco, também contribuiu com as informações para esta matéria


  
Cacerense de nascimento, pais vilabelenses, Emídia de Souza Pinheiro, 85 anos, professora aposentada pelo município e sempre atuou na zona rural, ainda recorda belas passagens que marcaram a vida do tio João Clímaco Leite de Souza.

   “Ele era uma pessoa muito atenciosa com todo mundo. Bom, educado, conversava com todos com bastante calma e tinha sempre uma resposta pra tudo. Trabalhava no caminho do bem. Aliviava a dor e o desespero das pessoas orando e aplicando passes”, diz ela.

   Revela, ainda, que o tio João Clímaco trabalhou durante longos anos na curtição de couro bovino, e na preparação das embalagens de poaia, na Casa Gloria, do comerciante Luiz Fernandes de Pinho. A atividade se desenvolveu no espaço onde se localizava o Restaurante Corimba. As peles eram exportadas através de lanchas pelo Rio Paraguai até a cidade de Corumbá-MS, de onde seguiam por estrada de ferro até São Paulo.

   Ela recorda que o trabalho era bastante pesado. Ainda assim o tio encontrava tempo e disposição para atender os muitos pacientes que o procuravam na busca de atendimento espiritual. Aos domingos, quando não estava trabalhando, se divertia até por volta do meio-dia em bem-sucedidas pescarias no Rio Paraguai.

   Apreciava, como bom cacerense, uma peixada com espécies capturadas da hora.

   Revela também que o tio espírita era amante de leitura. Através dos livros afirmava das enfermidades e dificuldades futuras que haveriam de causar tribulações na população. Hoje segundo ela, isso ocorre com tantas doenças que surgem...atentados...estupros...drogas...etc.

   O conteúdo das leituras ele repassava aos jovens, crianças e aos adultos também.

   João Clímaco estava sempre disposto e solícito para atender o próximo, principalmente com tribulações da mente e doenças. Não gostava que o procurassem para saber se teriam sucesso na venda ou aquisição de um imóvel, tipo uma fazenda, ou um bem, a exemplo de uma lancha.

   Apreciava uma boa peixada conforme já foi dito; sua sobremesa preferida era doce de leite, creme à base de açúcar, ovo e leite.

   Ao finalizar, ela fez uma revelação surpreendente: o tio morreu cego. Na sua opinião, a perda da visão pode ter sido causada pelos produtos químicos utilizados na limpeza e preparação dos couros, atividade que, como já foi dito, desempenhou por muitos anos

   Segundo ela, o espírita sofreu muita dor. Chegava a rolar pelo chão em um quarto totalmente às escuras, pois a luminosidade causava muito desconforto aos olhos. Revela que dava muita pena em ver passar por tanto sofrimento, incessantemente até os últimos dias de sua vida, alguém que ajudou aliviar a dor de tantas pessoas.

Ele também se dedicou a USA (União Social de Assistência)...

   O homenageado João Clímaco, segundo o também sobrinho Hélio Leite de Souza, o “Leite”, bancário do Banco da Amazônia, foi por alguns anos presidente da USA - União Social de Assistência. Entidade sem fins lucrativos que assistia crianças e adolescentes carentes onde, além do estudo, oferecia aos mesmos a formação inicial nos ramos de sapataria e marcenaria.

   Os internos faziam sandálias, bolsas, cintos, carteiras; cadeiras, bancos e mesas. Muitos desses adolescentes que passaram pela USA se tornaram grandes profissionais, outros seguiram a carreira militar. Foram bem-sucedidos em suas atividades profissionais, conforme revela Hélio Leite. A entidade, presidida pelo líder espiritual João Clímaco, marcou época em Cáceres. Muitos foram outros também que ali se dedicaram em assistir aos jovens carentes, acolhendo-os e ensinando uma importante profissão, caso do conhecido tenente Jonas, militar da reserva do exército que dedicou grande parte da vida aos internos da extinta USA.

Registros apontam atuação destacada

   Conforme levantamento nos arquivos e livros próprios do Centro Espírita Mateus, fornecidos pelo atual presidente, Nivaldo Teodoro de Mello, ao longo de sua vida João Clímaco foi membro muito atuante aos trabalhos espirituais no referido centro.

Wilson Kishi
Professor Nivaldo Teodoro de Mello, atual presidente do Centro Espírita Mateus


  
Sua atuação consta desde o distante ano de 1949 quando ocupou a vice-presidência; na função esteve ainda outras quatro vezes. Em 1952 foi aclamado presidente pela primeira vez; cargo que ocupou ainda outras oito vezes até se encerrar as funções no ano de 1963. Tesoureiro no ano de 1969, e Diretor dos Trabalhos Mediúnicos no mesmo ano.


“Saudade e gratidão!”

   Na sua adolescência, Marizete Guimarães, hoje bancária aposentada, conviveu com o grande líder espiritual de Cáceres. Ela dá o seu testemunho de carinho e gratidão:

   “Saudade e gratidão, esses são sentimentos que afloram ao lembrar a figura de meu amigo e conselheiro sr. João Clímaco.

   Longas conversas, confidências e conselhos que nos entretinham sentados na sala ou na varanda do fundo, saboreando o delicioso cafezinho que a dona Luzia preparava para nós três.

   Naqueles tempos de adolescência, a Rua 15 de Novembro era um destino quase que diário.

   Generoso ao extremo, quando de uma reforma no Centro Espírita Mateus, ofereceu o seu lar para a realização das reuniões semanais...

   Quero render minha homenagem a esse ser humano e celebrar a amizade que prossegue no tempo. Embora não enxergasse com os olhos físicos, irradiava sua luz interior à distância!!! Até breve, amigo!”

Marizete Guimarães

 

    

 

Comentários: ( 9 ) cadastrados.
Por: Fleury Leite de Souza
Rondonópolis
Kishi, parabenizo a você e o meu grande amigo Antônio Costa (Biquinha) pelas brilhantes reportagens dos grandes líderes que ajudaram a construir a nossa terra.
Todas elas muito bem embasadas, trazendo belas recordações e grandes exemplos de vida a nossa gente.
A reportagem do meu Tio João Clímaco me encheu de orgulho e emoção.
Homem de grande retidão e humildade. Ainda tenho gravado na minha memória a imagem da sua casa humilde mas de uma capacidade de acolhimento imensurável.
Seus aniversários foram sempre comemorados pelos seus amigos espíritas com bolos e doces da época e, era de praxe antes de cantar o parabéns ouvir as suas preces de agradecimento por aquele momento de harmoniavcom seus amigos.. Neste momento ouvíamos muitas mensagens de Allan Kardec e Chico Xavier.
A espiritualidade sempre lhe ajudou a superar desafios e alcançar seus objetivos. Somente com a morte podemos revelar a vida de uma forma mais ampla.
Através do Site vimos os vários depoimentos de parentes e pessoas que conviveram bem de perto com ele só longo da sua grande jornada. Deixaram claro e evidente a sinceridade e credibilidade da reportagem.
Através de mais este exemplo só nos reforça que a sabedoria espírita nos ensina sobre a vida e como devemos agir perante os obstáculos ou fraquezas da vida.
Para finalizar esta minha contribuição quero
finalizar com uma frase de Allan Kardec " "Os homens semeiam na terra o que colherão na vida espiritual : Os frutos da sua coragem ou da sua fraqueza".
Meu sincero agradecimento a você Kishi e Toninho Costa pela brilhante contribuição.
25/01/2020 09:20:23

Por: Fleury Leite de Souza
Rondonópolis
Kishi, parabenizo a você e o meu grande amigo Antônio Costa (Biquinha) pelas brilhantes reportagens dos grandes líderes que ajudaram a construir a nossa terra.
Todas elas muito bem embasadas, trazendo belas recordações e grandes exemplos de vida a nossa gente.
A reportagem do meu Tio João Clímaco me encheu de orgulho e emoção.
Homem de grande retidão e humildade. Ainda tenho gravado na minha memória a imagem da sua casa humilde mas de uma capacidade de acolhimento imensurável.
Seus aniversários foram sempre comemorados pelos seus amigos espíritas com bolos e doces da época e, era de praxe antes de cantar o parabéns ouvir as suas preces de agradecimento por aquele momento de harmoniavcom seus amigos.. Neste momento ouvíamos muitas mensagens de Allan Kardec e Chico Xavier.
A espiritualidade sempre lhe ajudou a superar desafios e alcançar seus objetivos. Somente com a morte podemos revelar a vida de uma forma mais ampla.
Através do Site vimos os vários depoimentos de parentes e pessoas que conviveram bem de perto com ele só longo da sua grande jornada. Deixaram claro e evidente a sinceridade e credibilidade da reportagem.
Através de mais este exemplo só nos reforça que a sabedoria espírita nos ensina sobre a vida e como devemos agir perante os obstáculos ou fraquezas da vida.
Para finalizar esta minha contribuição quero
finalizar com uma frase de Allan Kardec " "Os homens semeiam na terra o que colherão na vida espiritual : Os frutos da sua coragem ou da sua fraqueza".
Meu sincero agradecimento a você Kishi e Toninho Costa pela brilhante contribuição.
25/01/2020 08:29:51

Por: Leonita de Souza Pires
Rio de Janeiro
Leitura e depoimentos emocionantes sobre o meu tio João Clímaco.
Só saudades.
Lembro me que eu e minha irmã gêmea Lourdes estavamos sempre ao lado dele quando crianças. Ficávamos observando sua arte de sapateiro e quando cortava as tiras do couro rapidamente pegávamos para brincar e o tio João Clímaco dizia calmamente: não/buli/ aí!
Parabéns pela memória desse homem de Bem.
Gratidão!

20/01/2020 16:40:48

Por: Leduina Ferreira de Matos
ACaceresMT
Muito importante lembrarmos daqueles que já passaram por aqui que não serão esquecidos linda homenagem
20/01/2020 15:23:23

Por: Lourdes de Souza Pires
Rio de Janeiro
Prezados Srs./Sras.
Fiquei imensamente emocionada e ao mesmo tempo, feliz ao ler essa grande homenagem ao meu tio João Clímaco Leite de Souza.
Parabenizo aos senhores e senhoras pelo reconhecimento e carinho demonstrado através dessa matéria publicada
Deus abençoe a todos. Jesus ilumine o coração de cada um.
Atenciosamente,
Lourdes de Souza Pires
20/01/2020 14:25:41

Por: Gilmar B. Marostega
Cáceres
Sempre ouvia comentários sobre os trabalhos desenvolvidos na Seara Espírita pelo Senhor João Clímaco. E qual não foi a grata surpresa de saber que ele é tio de uma grande e querida amiga, Catarina Leite casada com José Costa Lima, com os quais trabalhei longos anos na Escola Agrícola. Gratidão ao seu João por tudo o que fez a favor de tantos irmãos nossos, em sofrimento. Parabéns a ZakiNews por esse resgate.
20/01/2020 13:49:02

Por: Nestor
Cuiabá
Que maravilha! Belíssima história, texto primoroso. Os entrevistados não poderiam ter sido mais claros e amorosos para com o senhor João Clímaco, de quem sempre ouvi falar, mas não o conheci, pessoalmente. Uma vida de lição e inspiração para todos os seguidores de Jesus.
20/01/2020 13:37:51

Por: Nivaldo
Cáceres
Gratidão ao sublime trabalho que nos oportuniza resgatar as memórias que deram as suas contribuições para a consolidação da sociedade cacerense.
20/01/2020 10:05:49

Por: Luiz Antônio de Lara
Cuiabá
Tenho a minha Gratidão expressada nas belas palavras desta douta professora Marizete Guimarães. Criança ainda, costumava servir de companhia à minha mãe quando esta dirigia a esta casa de amor para ajudar este grande propagador do amor em Jesus, tendo a caridade como Norte em sua vida. Gratidão sempre e
eterno. Saudoso João Clímaco, cacerense ilustre como tantos outros.
20/01/2020 09:53:04

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